EU E MEU PERFIL PROFISSIONAL

EU E MEU PERFIL PROFISSIONAL

Esquecemos a importância de ter um propósito?

Por ATALIBA GONÇALVES

Certa vez, ainda frequentando os bancos escolares, perguntei a um colega, o que ele pretendia seguir profissionalmente e já fui dizendo que eu seria militar, por conta de influência familiar, bons ganhos, segurança e, naturalmente o charme da farda. Ele me respondeu com absoluta certeza: “Não! Eu não levo jeito para vida militar, ainda estou buscando a opção para mim. ” Levar jeito, pode hoje ser substituído por não ter perfil.

Nos formamos, eu não sei para onde ele foi, mas eu fui parar num um grande laboratório farmacêutico americano, por indicação, formação e alguns testes psicológicos, eu acho. Dois anos após assumi a gerência de Propaganda e Marketing, deixando para trás aquela ideia de ser militar, afinal, eu, ainda muito jovem, experimentava um sentimento de prazer e realização com os pagamentos que recebia, além da minha expectativa e, na época, ganhar dinheiro era um dos meus objetivos, pois me tornava mais forte e independente. Este foi meu primeiro emprego no qual ingressei sem nenhuma experiência de negócios e nunca aventei se teria ou não perfil para ingressar na atividade empresarial, pois na década de 60 essa questão de perfil não estava ainda bem definida, de forma que escolhíamos as profissões aleatoriamente, por influência familiar, ou cargos que oferecessem bons ganhos e segurança (época dos concursos públicos) etc. A gestão empresarial viveu uma história de metamorfoses, sendo uma delas, a passagem do paradigma da Administração Científica para Administração Estratégica, surgida por volta dos anos 80.

Taylor (Administração Científica) seguia o processo de produção, concebido sob a abordagem da Engenharia, na qual administrar teria foco no fator produtivo e visava metas enquadradas em parâmetros baseados em tempo e custo, tendo como objetivo controlar o desempenho produtivo em si, pressupondo-se que o monitoramento de todos os eventos garantisse a eficiência do resultado. Nessa perspectiva, inovada em 1983 a capacitação dos indivíduos fazia parte dos alvos regulatórios e a formação profissional era o meio que garantia a competência, requerida para o exercício das tarefas; ou seja, o know-how.

O Perfil Profissional trataria, em poucas palavras, de uma descrição resumida das principais habilidades, competências, realizações e pontos fortes, complementado por algo que a gente “sempre sonhou”. Este conhecimento pessoal iria fazer toda a diferença e gerar influência positiva, para o sucesso numa futura atividade. Pode parecer simples, já que não há pessoa que nos conheça melhor que nós mesmos (?), e só nós temos acesso ao nosso Eu, para reivindicar que uma vaga tem que ser nossa, logicamente apresentando motivos e comprovação pertinentes para consolidar tal pleito, sem esquecer que do outro lado estão os testes psicológicos e profissionais bem preparados para dar ou não o aval necessário.

Um perfil profissional leva em conta seu grau de conhecimento atual na área e cultura geral (conforme o cargo), qualidades em atividades específicas, conquistas anteriores, competências e habilidades. Eu incluiria aqui a forte motivação, visão holísticas e analítica e percepção do mundo em que vamos ingressar ou nele já estarmos, a busca incessante da qualidade em tudo que pensarmos fazer ou fizermos, amar nossa atividade e a criação de um propósito, eis que, enquanto não tivermos um propósito definido para a nossa vida, estaremos dissipando energias e dispersando pensamentos sobre diversos assuntos e em variadas direções. Isso vai desorientar a nossa bússola e em nada contribuirá para conduzi-lo ao sucesso almejado, ao contrário, o levará à indecisão, à segurança e o tornará fraco no seu desempenho.

Portanto, alimente o entusiasmo, crie seu propósito de vida, confie no seu poder, explore a sua imaginação, tire proveito de seus fracassos, reforce a sua Fé em si mesmo e nos demais.

Ataliba Gonçalves

“Depois de alguns anos                                                                                          

das coisas que não fez,

você estará mais arrependido                                           

do que das que fez.

Então solte suas amarras.

Afaste-se do porto seguro.

Agarre o vento em suas velas.

Explore, sonhe, descubra.”       

Mark Twain                                                  

” Portanto, alimente o entusiasmo, crie seu propósito de vida, confie no seu poder, explore a sua imaginação, tire proveito de seus fracassos, reforce a sua Fé em si mesmo e nos demais.

PROJETO AUMENTA LIMITE DE FATURAMENTO PARA QUEM DESEJA SE TORNAR MEI

PROJETO AUMENTA LIMITE DE FATURAMENTO PARA QUEM DESEJA SE TORNAR MEI

Nova lei tem possibilidade alta de entrar em vigor

Por MARCIA MELO

O Plenário aprovou em agosto/2021 o projeto de lei complementar
(PLP 108/2021), que aumenta o limite de faturamento para o
enquadramento como microempreendedor individual (MEI),
passando de R$ 81 mil para R$ 130 mil. A proposta, que segue para
análise da Câmara, também autoriza o aumento de um para dois no
número empregados que o microempreendedor poderá contratar e,
se aprovada começará a valer a partir de 01 de janeiro de 2022.
Atualmente, o limite de faturamento do MEI está limitado em uma
renda bruta de até 81 mil reais por ano, ou seja, R$ 6.750,00 reais de
renda bruta mensal. Com o novo limite a renda bruta poderá chegar
até 130 mil reais por ano, ou seja, R$ 10.833 de renda bruta mensal.
Na legislação atual o MEI pode contratar apenas um funcionário, em que o mesmo deve receber um salário-mínimo, ou o piso da
categoria. No entanto, com a aprovação do PLP 108/2021, o
microempreendedor poderá contratar dois funcionários, com um
salário mínimo cada ou o piso da categoria.
Outra vantagem do novo limite diz respeito aos empreendedores que
estão na condição de microempresa e que com o novo limite vão
poder se enquadrar como MEI, reduzindo assim o pagamento de
impostos

”  No entanto, com a aprovação do PLP 108/2021, o microempreendedor poderá contratar dois funcionários, com um
salário mínimo cada ou o piso da categoria..

Tambaú Alimentos apresenta nova identidade visual na marca e nas embalagens

Tambaú Alimentos apresenta nova identidade visual na marca e nas embalagens

Nova identidade visual deixa os produtos mais modernos

Por ASSESSORIA DE IMPRENSA

Reinventar-se faz parte da trajetória dessa empresa pernambucana que já atua há quase seis décadas no Norte e Nordeste do Brasil. Da capacidade de recomeçar após uma enchente que destruiu toda a fábrica, cinco anos após sua inauguração, até a iniciativa de inserir, aos poucos, novos produtos, além dos doces que deram origem ao negócio, a Tambaú está sempre buscando novas formas para estar cada vez mais próxima ao seu público. Dessa vez, a transformação chega através de uma nova marca e uma nova apresentação nas suas embalagens. 

“ Esta nova identidade visual surge para reforçar o fato de que a marca acompanha a evolução da fábrica e suas transformações, sem deixar de lado a tradição focada na qualidade e no sabor diferenciado dos seus produtos”, explica Luiza Acevedo, coordenadora de Marketing da empresa. De acordo com a executiva, antes de partir para as novas criações, foi realizada uma pesquisa para ouvir os colaboradores e os consumidores, constatando a sintonia entre público e marca, a partir da memória afetiva resgatada com a apuração. A letra “T” da palavra Tambaú usada nas embalagens da década de 90 foi muito citada entre os pesquisados como uma lembrança marcante. 

Dessa forma, a nova marca é uma releitura gráfica dessa imagem, resgatando além do “T”, uma tipologia bastante conhecida das pessoas que frequentam supermercados e lojas de rua, a vernacular, simulando uma grafia manual. O novo logotipo também descartou a elipse amarela que envolvia o nome da empresa, trazendo mais aplicabilidade e leveza no design. As embalagens também ganharam uma nova roupagem, com visual mais moderno, reforçando o posicionamento de marca e gerando uma maior unidade visual entre todas as categorias de produtos.

 “ A ideia foi rejuvenescer a marca sem perder a conexão com o nosso público. Por isso, fomos em busca dessa memória afetiva que resgata a ligação entre as pessoas e a Tambaú. O resultado foi uma identificação imediata com a nova marca, conta Hugo Gonçalves, presidente da empresa. 

” A ideia foi rejuvenescer a marca sem perder a conexão com o nosso público.

A Arte de Vender

A Arte de Vender

Somos todos vendedores?

Por ATALIBA GONÇALVES

Vender é um tipo de ação que todos praticamos, algumas vezes até sem o saber, significando, transferir bens ou mercadorias para outrem em troca de dinheiro ou, praticar o comércio de bens e propiciar a oferta de produtos/serviços, até ideias, projetos e imagem.

 O ato de vender evoluiu, inovando tudo que se sabia sobre o assunto, requerendo uma visão mais ampla, uma capacitação mais eficaz e eficiente, procurando traduzir o significado de vendas como a realização de um desejo, atender necessidades especificas reais e, comercialmente, garantir a sobrevivência das instituições e seus negócios.

Quando o vendedor atende um cliente, a continuidade da conversa pode definir o sucesso ou fracasso na negociação, e isso vai depender do conhecimento ou percepção sobre o perfil, o humor e a cultura da pessoa atendida, o objetivo e suas necessidades. O período atual é de assertividade e clareza.

Houve um momento em que o vendedor era “persona non grata”, isto porque a imagem era associada à prática da picaretagem, chateação, exploração, enganação! Felizmente, com o passar do tempo ser vendedor começou a fazer parte da vida das pessoas e dos negócios, uma figura respeitável e reconhecida, considerada essencial. Os vendedores, na atualidade, são profissionais, passaram a ser uma espécie de consultores comerciais e, como tal, sabendo ouvir analiticamente, aconselhando o melhor negócio para seus clientes.

Todo vendedor que se preze passa por cursos intensivos de vendas, para torná-lo mais apto. Testes também são aplicáveis. Enfim, o vendedor precisa apresentar altos índices que representem o seu ponto de equilíbrio, a sua percepção mais ampla, sua sensibilidade e gostar de lidar com pessoas. Estamos na era do conhecimento, das vendas pelo e-commerce / marketplace que crescem cada vez mais. Muda a chamada, a forma de apresentação e a fase de demonstração requer muito mais criatividade e apelação.

A arte de vender, seja presencial ou virtual, tem como base procurar conhecer o cliente o mais possível, realizar sonhos, atender a determinadas necessidades que muitas vezes nem o cliente percebe, mas em contato com o vendedor é capaz de dizer: “Meu Deus, eu nunca tinha pensado nisso” e passa a adquirir um produto cujos benefícios e vantagens lhe serão de grande valia. Saber criar necessidades e supri-las adequadamente é uma iniciativa que nem todos conseguem fazer com sucesso, simplesmente porque não sabem como fazê-lo.

Para o cliente tradicional, o ato de comprar é uma espécie de diversão, a busca de algo novo e total satisfação, cabendo ao vendedor assegurar o sucesso desse momento mágico. Já a visão e o objetivo do comprador profissional, considera o lucro, a operacionalização, os serviços e a qualidade como fundamentais para si e sua empresa.

Logo, dê atenção, sugira, oferte produtos com todos os esclarecimentos possíveis, mostre os reais benefícios, vantagens e possibilidades que os produtos possuem que irá satisfazer cada cliente. Garanta segurança e sobretudo preocupe-se com seu cliente, assegurando que você, seus produtos e a empresa, conjugados, possuem um alto grau de credibilidade, segurança e uma imagem reconhecida pelo mercado. Considere o tempo dos clientes e o No mais os resultados virão, tanto financeiramente como na sua projeção profissional e humana. Seja GENIAL e nunca esqueça de realizar um excelente “Pôs Vendas.

”  O ato de vender evoluiu, inovando tudo que se sabia sobre o assunto, requerendo uma visão mais ampla, uma capacitação mais eficaz e eficiente, procurando traduzir o significado de vendas como a realização de um desejo, atender necessidades especificas reais e, comercialmente, garantir a sobrevivência das instituições e seus negócios.

Tambaú tem espaço exclusivo para capacitação dos colaboradores

Tambaú tem espaço exclusivo para capacitação dos colaboradores

Por ASSESSORIA DE IMPRENSA

 
 
Pensando na evolução constante da sua equipe, a Tambaú Alimentos criou o projeto Universidade Tambaú. Focada exclusivamente na capacitação e atualização dos  colaboradores, a área educacional da empresa dispõe de cursos direcionados aos profissionais de produção. A UT possui módulos de caráter multidisciplinar, como controle de qualidade, processos, segurança e saúde do trabalho, além de logística, recursos humanos, entre outros.
. As aulas inaugurais aconteceram em novembro de 2020. As aulas acontecem toda semana
 

” Pensando na evolução constante da sua equipe, a Tambaú Alimentos criou o projeto Universidade Tambaú.

O MEI Comprando

O MEI Comprando

Regras Básicas

Por MARCIA MELO

O MEI COMPRANDO

Caso o Microempreendedor Individual adquira mercadorias diretamente de outro estado, ocorrerá a cobrança de diferença de alíquota de ICMS. O empreendedor deverá se dirigir a uma repartição da Receita Estadual mais próxima para efetuar o recolhimento, até o dia 15 do mês subsequente. Caso não seja pago, serão gerados juros e multas.

Compras em conjunto:  É permitido a união com outros microempreendedores ara fazer compras em conjunto através de uma formação de consórcio. Isso garante melhores condições para conseguir um preço mais acessível, visto que o volume de compras de microempreendedores é maior. O limite máximo que o MEI poderá efetuar de compras de mercadorias é de até 80% (oitenta por cento) do valor bruto de suas receitas. Exemplo: se o MEI fatura o limite máximo de R$ 6.750,00 (seis mil setecentos e cinquenta reais) por mês, ele poderá comprar até R$ 5.400,00 (cinco mil e quatrocentos reais) por mês.

ATENÇÃO

O MEI não pode revender mercadorias adquiridas sem nota fiscal. Isso é fato!!!!

A formalização do negócio não legaliza o produto, por exemplo, aqueles de origens ilícitas. A lei exige que todos os produtos adquiridos para comercialização sejam com Nota Fiscal emitida em nome da empresa e devendo constar seu CNPJ, não apenas em nome do proprietário e seu CPF. O MEI deverá guardar todas as notas fiscais de suas compras

” O MEI não pode revender mercadorias adquiridas sem nota fiscal. Isso é fato!!!!.

Aparências e Avaliações

Aparências e Avaliações

O que dizemos, simplesmente com nossa presença?

Por ATALIBA GONÇALVES

O cuidado com a aparência pessoal vem atravessando séculos, e influenciando nos relacionamentos. Abrange vestuário, penteado, joias, maquiagem e os atributos pessoais como o sorriso, forma de se expressar, simpatia, empatia, etc., eis que são fatores facilmente identificados. Maioria das vezes, o grau de avaliação que adotamos levam em conta o até aqui explicitado e algo mais, chegando a ser, por vezes um despropósito ditas exigências, considerando ser o indivíduo magro ou obeso, alto ou baixo, branco ou de cor, opção religiosa ou sexual e por aí segue. Esta “leitura” superficial é a principal razão de nos equivocarmos em nossas avaliações e, por consequências, nos darmos mal nos negócios.

Qualquer tipo de avaliação deve levar em conta o grau de conhecimento que temos sobre o avaliado, mas, lamentavelmente não é o que ocorre. Ademais, se eu nem me conheço como poderei me avaliar e se não conheço a essência dos demais, sua educação, valores e cultura, como emitir qualquer juízo sobre os mesmos?

Conversando com um bem relacionado amigo meu, perguntei sobre o que ele achava de determinado médico de suas relações. Resposta imediata: – Ahhh, Dr. Fulano é um homem muito bem-sucedido, tem um apartamento de mais de um milhão, na Av. Boa Viagem, uma casa em Porto de Galinhas, uma bela lancha, carros importados e consultório num empresarial belíssimo, pode ir lá sim, caso queira consultar. Não só não fui, como a resposta não me satisfez. Eu queria saber era a avaliação sobre o médico como profissional, como pessoa, sua experiência, grau de segurança, ética e não uma relação de bens.  

Particularmente, sempre busquei fixar-me mais na realidade do que nas aparências. Fui descobrindo situações inusitadas entre diversos relacionamentos, inclusive profissionais, que me levaram a um longo estudo e reflexão. Eu precisava deixar de ver as pessoas como personagens, superficialmente, superestimando alguns e subestimando outros, considerando poder e status, passando a vê-las como realmente eram, seus principais valores, respeitando-as e valorizando-as pelo real conteúdo e não pelos rótulos.

Uma avaliação consistente ocorre através do conhecimento amplo, da aguçada percepção, com uma clara visão dos seres e das coisas. Somente poderemos tratar de negócios com sucesso, conhecendo as razões de determinadas reações, como envolver e atrair as minhas “presas”, quais suas expectativas e gerando novas necessidades que seriam resolvidas por mim, através de minhas ofertas.

Entra numa loja VIP, uma senhora muito bem vestida, sendo imediatamente atendida pela vendedora, que possivelmente tivesse pensado:  – Nossa! Vou vender a loja inteira para essa socialite. Vendeu apenas um pequeno anel infantil, imitando prata, para presente.

Já, numa revenda de automóveis de luxo um senhor humilde, vestido de forma rústica e com um pacote enrolado em jornal, sob o braço, tentava adentrar na loja. Os vendedores procuravam impedi-lo discretamente, temendo gerar um problema com os demais clientes, todos VIPs. Veio o gerente e calmamente explicou que ele não poderia comprar nada ali. O cidadão sorriu e, já se afastando, perguntou: – “E essa caminhonete, quanto custa? ”

O gerente respondeu que era muito dinheiro, muito mesmo. O cliente então, abriu o rústico embrulho deixando cair sobre uma mesa vários maços de dinheiro, perguntando: –  isso dá? Era muito dinheiro também, fruto de exaustivo trabalho de parte de sua vida. Levou a bela caminhonete.

Pensemos nesses dois exemplos. Neste momento em que enfrentamos situações adversas e processos de vendas um tanto diferenciados. Isso requer mais estudo, buscando meios de atingir a nossa clientela, mesmo sem estarmos presenciais e uma das qualidades que me parecem importantes é ter uma comunicação clara, demonstrar amplo conhecimento do que fazer e como fazer, envolvendo, persuadindo e sendo autêntico como pessoa e como profissional, afinal, o foco do bom negociador é a atração e satisfação total dos clientes.

 

 

” Já, numa revenda de automóveis de luxo um senhor humilde, vestido de forma rústica e com um pacote enrolado em jornal, sob o braço, tentava adentrar na loja. Os vendedores procuravam impedi-lo discretamente, temendo gerar um problema com os demais clientes, todos VIPs. Veio o gerente e calmamente explicou que ele não poderia comprar nada ali. O cidadão sorriu e, já se afastando, perguntou: – “E essa caminhonete, quanto custa?

Desemprego em Alta, mas… Temos Vagas!

Desemprego em alta....Mas, temos vagas!

O que anda acontecendo com o mercado de trabalho?

Por JAYME VITA

Além da Pandemia, uma das grandes preocupações hoje no mundo é o Desemprego, que mostra altas taxas, um desafio para os governantes e a sociedade. No Brasil, a taxa encontra-se em 14,7%, ainda alta, porém, indicadores mostram que não aumentou, manteve-se constante no trimestre inicial até junho passado. Estima-se, também, que no Brasil, aproximadamente 35 milhões de pessoas trabalhem na informalidade. A expectativa é que essas taxas diminuam enquanto a vacinação avança, criando mais confiança na população e mais oportunidades para os negócios.

Apesar da alta taxa de desemprego e informalidade, existem vagas no mercado de trabalho, com alta demanda, que ainda não estão preenchidas totalmente, por falta de candidatos qualificados. Entre essas, incluem-se profissionais da área de Medicina/Saúde, e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).  As empresas informam que precisam de profissionais, rapidamente, e nem sempre conseguem encontrá-los.

Neste momento, vamos considerar a área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação). No macrossetor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), as profissões englobam as carreiras como de desenvolvedores de software, engenheiros de redes, software e telecomunicações, cientistas de dados, segurança da informação e privacidade de dados, etc.

A Pandemia, com a adoção do distanciamento social, modelos de trabalho remoto, lockdown, etc, provocou uma aceleração do processo de digitalização das empresas, incluindo as tradicionais e as PMEs, fazendo com que o mercado local/regional, virasse global, acirrando a procura/disputa por profissionais de TI. Os negócios precisaram se adequar, urgentemente, à realidade digital. Os desafios para as empresas foram enormes para entenderem e se adequarem a essa nova realidade, e encontrar tais profissionais que as possibilitassem vender e manterem-se no mercado.

Existem vários motivos pelos quais as empresas não conseguem encontrar profissionais suficientes e qualificados para preencher vagas em aberto, entre eles a baixa formação profissional na área, e a incompatibilidade geográfica, o movimento de pessoas que deixou cidades conforme os empregos eram cortados.

De acordo com relatório da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a área de Tecnologia da Informação (TI) demandará cerca de 420 mil profissionais até 2024.  A Brasscom prevê um déficit de profissionais que pode chegar a 260 mil até 2024. O número é uma previsão ao comparar o aumento de empregos no setor com a capacidade de formação de profissionais no Brasil. Ressalta que, inclusive, áreas correlatas, como vendas (e-commerce) e design, quando ligadas aos negócios digitais, acompanharam o crescimento.

Uma solução lógica é começar logo a ampliar o investimento em formação e treinamento de mão de obra no país para esse setor, pois, atualmente, algumas empresas, que não estão conseguindo mão de obra no Brasil, estão ampliando sua busca no exterior. A iniciativa de ampliar investimentos em formação e treinamento pode gerar inclusão de profissionais no mercado, na velocidade que as empresas estão demandando.

No tocante ao Desemprego no Brasil, regionalmente, o NE é a região com a maior taxa. Neste sentido, louva-se os esforços do Porto Digital, do Cesar, do SEBRAE, de várias empresas, além de várias outras instituições, incluindo-se aí, a ADVB-PE, que através do seu curso de Qualificação em Marketing Digital, até o momento, capacitou mais de 1.000 pessoas em 2 turmas, e que continuará essa iniciativa até atender a demanda que é solicitada.    

” No tocante ao Desemprego no Brasil, regionalmente, o NE é a região com a maior taxa. Neste sentido, louva-se os esforços do Porto Digital, do Cesar, do SEBRAE, de várias empresas, além de várias outras instituições, incluindo-se aí, a ADVB-PE, que através do seu curso de Qualificação em Marketing Digital, até o momento, capacitou mais de 1.000 pessoas em 2 turmas, e que continuará essa iniciativa até atender a demanda que é solicitada. .

Negócios de Impacto Econômico e Social

Negócios de Impacto Econômico e Social

Sobre o terceiro setor

Por VITÓRIA CORDEIRO

NEGÓCIOS DE IMPACTO ECONÔMICO E SOCIAL

O Terceiro Setor normalmente está associado a ações sociais pontuais, mas existe um leque de possibilidades ainda pouco explorado aqui no Brasil. Grandes empresas na área de educação, saúde, alimentação e muitos outros segmentos econômicos se beneficiam do Terceiro Setor, mas pouco é falado sobre o assunto. Precisamos mudar essa realidade e mostrar o quanto podemos crescer juntos e gerar impacto econômico e social.

No Terceiro Setor estão as organizações sem fins lucrativos. Tal condição não significa que não há lucro, mas sim de que a sua finalidade não é o lucro, pois se a organização pratica assistência social de forma obrigatória,  ela pode se beneficiar da imunidade de impostos.

A lógica é simples.

A Constituição Federal, que é a nossa Lei Maior, estabelece vários direitos a nós enquanto cidadãos: saúde, alimentação, educação, lazer, moradia, segurança, trabalho, dentre outros. E é dever do governo promovê-las. Contudo, diante da impossibilidade de ele atender a todas essas demandas, muitas empresas prestam serviços dessa natureza, a exemplo das escolas e hospitais.

E o pior é que ainda são tributadas para fazer o que o governo deveria fazer. E não é pouco! Só quem é empresário sente na pele. E no bolso.

Por essa razão, desde que elas se comprometam a prestar assistência social, ao destinar parte do seu negócio à gratuidade, essas empresas podem usufruir da imunidade dos impostos.

Assim, toda a sociedade sai ganhando: o Poder Público que se desonera de uma obrigação que a iniciativa privada está executando de forma gratuita à sociedade; a empresa que garante a imunidade de impostos; e, toda a população que se beneficia com os serviços ofertados gratuitamente.

Quem já entendeu essa lógica, sai na frente. Não à toa que os maiores hospitais do Brasil são constituídos através do Terceiro Setor. Também não fica de fora as grandes instituições de ensino. 

E não apenas saúde e educação, um grande exemplo no Brasil é o Beto Carrero World, que se constitui do Instituto Beto Carrero. Enquanto todo o setor de turismo e lazer tem sofrido nessa pandemia, o Beto Carrero World tem se mantido de pé, atraindo pessoas de todo o Brasil para Santa Catarina.

Pois é, há muito a ser desbravado no Terceiro Setor, e muitas possibilidades para gerar negócios de impacto econômico e social, onde todos podem sair ganhando. Como diria nossa Presidente Verônica Dantas: juntos somos mais fortes!

” E não apenas saúde e educação, um grande exemplo no Brasil é o Beto Carrero World, que se constitui do Instituto Beto Carrero. Enquanto todo o setor de turismo e lazer tem sofrido nessa pandemia, o Beto Carrero World tem se mantido de pé, atraindo pessoas de todo o Brasil para Santa Catarina.

MEI pode parcelar tributos?

MEI pode parcelar tributos?

Saiba mais sobre o parcelamento de débitos

Por MARCIA MELO

Os Microempreendedores Individuais (MEI) que têm boletos mensais em aberto podem parcelar os seus débitos. O Refis das MPE (Pert-SN) disciplinado pela Instrução Normativa 1808/2018 permite que as dívidas apuradas na forma do Simples Nacional ou do Simei, vencidas até 29 de
dezembro de 2017, sejam renegociadas em condições especiais.
Somente produzirão efeitos os pedidos de parcelamento formulados com o correspondente pagamento tempestivo da primeira prestação. Parcelamento Convencional: permite o parcelamento de todos os débitos declarados na DASN-Simei (INSS, ISS e ICMS) em até 60 parcelas mensais, com prestação mínima de R$ 50,00.
Não há prazo para adesão ao parcelamento convencional. No entanto, este recurso é válido para os débitos existentes até dezembro de 2020.
A rescisão do parcelamento A falta de pagamento de três parcelas,
consecutivas ou não;
A existência de saldo devedor após a data de vencimento da última parcela;
A critério do MEI, poderão ser parcelados débitos não exigíveis, para fins da contagem da carência para obtenção dos benefícios previdenciários.
Obs. Só podem ser parcelados os débitos até o mês de dezembro anterior
ao ano de solicitação.
NO CASO INADIMPLÊNCIA COM OS PAGAMENTOS (DAS), QUAL O PREJUÍZO OU PENALIDADE QUE O MEI TERÁ JUNTO AO
INSS/PREVIDÊNCIA SOCIAL?
São dois grandes prejuízos para o trabalhador:
• Primeiro, não terá esse tempo inadimplente contado para nenhum benefício da previdência social.
• Segundo, caso necessite de algum benefício não programado, como auxílio doença, pensão por morte ou salário-maternidade, por exemplo, poderá não ter direito a esses. Além disso, quando for recolher as
contribuições atrasadas, terá que calcular os valores acrescidos de
multa e juros.
• Algumas empresas que contratam o MEI para prestação de serviço
exigem que o mesmo tenha em dia seus pagamentos exigíveis para a
Previdência Social

” Não há prazo para adesão ao parcelamento convencional. No entanto, este recurso é válido para os débitos existentes até dezembro de 2020..