Magnetismo Pessoal e Sucesso

Magnetismo Pessoal e Sucesso

Como podemos alcançar nosso sucesso pessoal?

Por ATALIBA GONÇALVES

Estou convicto de que somos ou poderemos ser muito mais do que demonstramos, e nossa força magnética é um dos princípios para que tal ocorra. Exemplo disso é quando superamos determinados momentos impactantes da vida e dizemos: “Nossa! Eu não imaginava que seria capaz de resolver isso”. Na verdade, fomos empurrados ou chamados a fazê-lo.

Desenvolver o nosso magnetismo pessoal, é essencial para o sucesso, tanto pessoal como profissional. Praticar o chamado “3 S” – Seduzir (envolvimento), Superar (excelência), Surpreender (fazer mais e melhor), ocorre quando atuamos com competência, equilíbrio e inteligência, aplicando a nossa energia positiva e o nosso poder mental, juntamente com o conhecimento, mormente nos relacionamentos como líderes ou negociadores, por exemplo.

Temos acesso a uma fonte inesgotável de energia, a qual nem sempre captamos. Basta desejarmos algo coerente, adequado e representativo, enfrentando com humildade e resiliência as inovações necessárias, as dificuldades e os desafios, aceitando-os com gratidão e como lições de vida. O entendimento de que eventuais perdas nos fortalecem e impulsionam, nos ajudarão a vencer, reconhecendo que faríamos muito mais se não acreditássemos em tantos “impossíveis” e que as dificuldades fazem parte da nossa caminhada para a evolução. Assim agindo geramos um manancial energético favorável.

Um instrumento de grande valia é a respiração profunda, que aumenta o nosso potencial magnético e, por consequência, nossa força vital, onde corpo, mente e espírito estejam harmonizados. Exercícios de respiração ao ar livre e procurar deixar de lado, certas preocupações, que nada mais são do que pré-ocupações, fazem parte da nossa reeducação de posturas e valores. A respiração correta propicia o atingimento de sono mais homogêneo e profundo, refletindo-se na melhoria do humor, o que nos ajudará a raciocinar e, consequentemente a decidir e agir melhor, principalmente em tempos de ruptura.

As pessoas com acentuado poder de magnetismo, que poucos desenvolvem, alimentam-se corretamente, sem excessos, trabalham com prazer e moderação, agindo com motivação, calma, e dedicação, jamais protelando o que seja realmente necessário, determinando claramente as suas prioridades e nunca desistindo dos seus sonhos e metas. Obviamente, isso requer vontade e disciplina constantes.

Importante entender que o nosso emocional melhora quando mantemos sentimentos agregadores elevados, evitando discórdia e praticando o desapego e a boa vontade para com todos, sendo uma prática eficaz para atingirmos o necessário equilíbrio. Quando estamos seguros de nosso valor, sabemos como inspirar respeito, sem que demostremos desprezo, superioridade ou agressividade, sempre reconhecendo o que há de melhor nos outros sem sentirmo-nos ameaçados, ao contrário, experimentaremos uma leve sensação de liberdade e bem-estar, abrindo portas e vivendo novas experiências.

 

Viver e deixar viver, eis uma atitude benéfica à saúde de qualquer pessoa, levando-nos a sermos seres completos e não fragmentados.

” Temos acesso a uma fonte inesgotável de energia, a qual nem sempre captamos. Basta desejarmos algo coerente, adequado e representativo, enfrentando com humildade e resiliência as inovações necessárias, as dificuldades e os desafios, aceitando-os com gratidão e como lições de vida..

Novas barreiras às exportações

Novas Barreiras às exportações

Como o novo mercado de exportações irá acompanhar as tendências?

Por JOHANN SCHNEIDER

De acordo com o relatório “Novas Barreiras e Tendências no Comércio Internacional”, da CNI, está se consolidando um novo tipo de barreira de entrada nos maiores mercados mundiais, levantado por governos quanto pela iniciativa privada, motivados pela preocupação de proteger seus cidadãos e consumidores contra diversos riscos que podem ter sido incorporados nos produtos ao longo das cadeias de produção. Estes riscos de exposição podem estar relacionados a padrões privados de compliance, sustentabilidade, mudanças climáticas, segurança de alimentos e às novíssimas barreiras ‘reputacionais’.

Para mitigar esses riscos, governos e empresas aumentam os freios sobre importações por precaução, sem esperar a comprovação científica de eventuais riscos. Com a pandemia de covid-19, a tendência é essas novas medidas se intensificarem. É o que Pascal Lamy, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), chama de passagem do “protecionismo” para “precaucionismo”.

A primeira categoria de barreiras vem na forma de padrões privados, ou normas voluntárias de sustentabilidade. São critérios elaborados por companhias privadas para garantir que produtos consumidos ou processos de produção atendem a requisitos mínimos de qualidade, segurança ou sustentabilidade.

Empresas em todo o mundo, principalmente multinacionais de países desenvolvidos, passaram gradualmente a adotar essas exigências múltiplas e rigorosas. Os setores que podem mais ser afetados são alimentos, têxtil, construção civil, equipamentos médicos, mineração, entre outros.

A segunda categoria é o de sustentabilidade. Reúne exigências governamentais criadas sob justificativa de melhorar o uso de recursos naturais e reduzir a poluição no meio ambiente ou garantir sustentabilidade social. Os que mais se movimentam nessa direção são EU (27 países) e Reino Unido. Dois exemplos: o Pacto Ecológico Europeu (“green deal”), que quer criar taxa carbono para importações; e uma futura legislação impondo “due diligence” na importação de commodities para evitar que o produto venha de desmatamento ilegal. Isso significa custos de adaptação e monitoramento das cadeias de fornecimento a longo prazo. Todos os setores correm risco de serem afetados.

A categoria de barreiras relacionadas a mudanças climáticas incide sobre a entrada e comercialização de produtos importados oriundos de processos produtivos intensivos na emissão de gases de efeito estufa. EU e EUA tendem a mais aplicar essas medidas. Os principais afetados serão os setores mais intensivos em energia, como siderúrgico, cimento e químicos. O exportador precisará reduzir emissões, sob pena de seus produtos estarem sujeitos a restrições ou sobretaxas no país importador.

A quarta categoria é da segurança de alimentos, para assegurar que os produtos importados não causem danos à saúde do consumidor. Na pandemia, medidas adotadas com base em precaução foram adotadas na Europa e na Ásia, principalmente, sem esperar embasamento técnico-científico. As exportações de alimentos são os principais alvos.

Por sua vez, as “novíssimas barreiras reputacionais” resultam em boicote ou redução do consumo de produtos de países ou regiões, normalmente promovido por consumidores ou grupos de interesse. Um exemplo citado pela CNI é a decisão da rede de varejo britânica Tesco em não mais comprar carnes brasileiras, por causa do desmatamento na Amazônia.

” Empresas em todo o mundo, principalmente multinacionais de países desenvolvidos, passaram gradualmente a adotar essas exigências múltiplas e rigorosas. Os setores que podem mais ser afetados são alimentos, têxtil, construção civil, equipamentos médicos, mineração, entre outros.

O combustível das organizações em tempos de crise

O combustível das organizações em tempos de crise

Como manter tudo sob controle nos tempos atuais?

Por VITORIA CORDEIRO

Caos. Incerteza, instabilidade, sofrimento e medo. Viver uma pandemia em plena revolução digital potencializou a força da informação. Tomamos conhecimento de tudo que está acontecendo no mundo em questão de segundos, tanto as boas notícias quanto aquelas que tem roubado a nossa esperança.

Tudo isso têm levado as pessoas a um nível de exaustão que já é sentido no ambiente empresarial. A perda inesperada de parentes, amigos e colaboradores torna esse momento ainda mais carregado de sofrimento e angústia.

Mas perder a fé não pode ser uma opção. Em tempos de mar revolto, as organizações adquirem papel ainda maior como pilar de sustentação e estabilidade da nossa sociedade. E o leme desse barco é a cultura organizacional que cada uma carrega consigo. São os valores que manterão a coerência e a estabilidade que podem garantir a redução da ansiedade dos colaboradores, pois oferecem direção e dão a sensação, rara hoje em dia, de que no final tudo vai dar certo.

Para que seja bem cultivada, a cultura deve ser o reflexo de um propósito claro da organização. Isso irá motivar os colaboradores a permanecer e fazer acontecer, pois trata-se de algo que transcende sua própria individualidade para atingir um coletivo que, infelizmente, ainda é muito inexplorado até então.

A pandemia trouxe a oportunidade de resgatar nossa humanidade, acelerando ao que vinha sendo estudado como tendência do mercado mundial. Isso no sentido de humanizar nossas relações empresariais, o contato com nossos colaboradores, parceiros e clientes. É certo que, no final das contas, tudo é construído por pessoas e para pessoas.

É através do propósito dessa organização a qual o colaborador, mesmo em meio ao caos, acordará todos os dias disposto a enfrentar essa batalha. Assim ele entende tratar-se de fazer parte de algo muito maior do que o próprio trabalhador. Essa sensação de pertencimento é o que fideliza o colaborador à causa que a organização sustenta e é fator decisivo para o crescimento empresarial.

E essas questões levam a uma reflexão muito mais profunda e intensa aos líderes da atualidade. É a razão de existir, enquanto ser humano e líder, que sustentará o propósito da organização a qual lidera. Como consequência, será o leme que dará direção e esperança aos seus colaboradores, na certeza de que, após a tempestade em meio a mares revoltos, a bonança finalmente prosperará

” A pandemia trouxe a oportunidade de resgatar nossa humanidade, acelerando ao que vinha sendo estudado como tendência do mercado mundial. Isso no sentido de humanizar nossas relações empresariais, o contato com nossos colaboradores, parceiros e clientes. É certo que, no final das contas, tudo é construído por pessoas e para pessoas.