EU E MEU PERFIL PROFISSIONAL

EU E MEU PERFIL PROFISSIONAL

Esquecemos a importância de ter um propósito?

Por ATALIBA GONÇALVES

Certa vez, ainda frequentando os bancos escolares, perguntei a um colega, o que ele pretendia seguir profissionalmente e já fui dizendo que eu seria militar, por conta de influência familiar, bons ganhos, segurança e, naturalmente o charme da farda. Ele me respondeu com absoluta certeza: “Não! Eu não levo jeito para vida militar, ainda estou buscando a opção para mim. ” Levar jeito, pode hoje ser substituído por não ter perfil.

Nos formamos, eu não sei para onde ele foi, mas eu fui parar num um grande laboratório farmacêutico americano, por indicação, formação e alguns testes psicológicos, eu acho. Dois anos após assumi a gerência de Propaganda e Marketing, deixando para trás aquela ideia de ser militar, afinal, eu, ainda muito jovem, experimentava um sentimento de prazer e realização com os pagamentos que recebia, além da minha expectativa e, na época, ganhar dinheiro era um dos meus objetivos, pois me tornava mais forte e independente. Este foi meu primeiro emprego no qual ingressei sem nenhuma experiência de negócios e nunca aventei se teria ou não perfil para ingressar na atividade empresarial, pois na década de 60 essa questão de perfil não estava ainda bem definida, de forma que escolhíamos as profissões aleatoriamente, por influência familiar, ou cargos que oferecessem bons ganhos e segurança (época dos concursos públicos) etc. A gestão empresarial viveu uma história de metamorfoses, sendo uma delas, a passagem do paradigma da Administração Científica para Administração Estratégica, surgida por volta dos anos 80.

Taylor (Administração Científica) seguia o processo de produção, concebido sob a abordagem da Engenharia, na qual administrar teria foco no fator produtivo e visava metas enquadradas em parâmetros baseados em tempo e custo, tendo como objetivo controlar o desempenho produtivo em si, pressupondo-se que o monitoramento de todos os eventos garantisse a eficiência do resultado. Nessa perspectiva, inovada em 1983 a capacitação dos indivíduos fazia parte dos alvos regulatórios e a formação profissional era o meio que garantia a competência, requerida para o exercício das tarefas; ou seja, o know-how.

O Perfil Profissional trataria, em poucas palavras, de uma descrição resumida das principais habilidades, competências, realizações e pontos fortes, complementado por algo que a gente “sempre sonhou”. Este conhecimento pessoal iria fazer toda a diferença e gerar influência positiva, para o sucesso numa futura atividade. Pode parecer simples, já que não há pessoa que nos conheça melhor que nós mesmos (?), e só nós temos acesso ao nosso Eu, para reivindicar que uma vaga tem que ser nossa, logicamente apresentando motivos e comprovação pertinentes para consolidar tal pleito, sem esquecer que do outro lado estão os testes psicológicos e profissionais bem preparados para dar ou não o aval necessário.

Um perfil profissional leva em conta seu grau de conhecimento atual na área e cultura geral (conforme o cargo), qualidades em atividades específicas, conquistas anteriores, competências e habilidades. Eu incluiria aqui a forte motivação, visão holísticas e analítica e percepção do mundo em que vamos ingressar ou nele já estarmos, a busca incessante da qualidade em tudo que pensarmos fazer ou fizermos, amar nossa atividade e a criação de um propósito, eis que, enquanto não tivermos um propósito definido para a nossa vida, estaremos dissipando energias e dispersando pensamentos sobre diversos assuntos e em variadas direções. Isso vai desorientar a nossa bússola e em nada contribuirá para conduzi-lo ao sucesso almejado, ao contrário, o levará à indecisão, à segurança e o tornará fraco no seu desempenho.

Portanto, alimente o entusiasmo, crie seu propósito de vida, confie no seu poder, explore a sua imaginação, tire proveito de seus fracassos, reforce a sua Fé em si mesmo e nos demais.

Ataliba Gonçalves

“Depois de alguns anos                                                                                          

das coisas que não fez,

você estará mais arrependido                                           

do que das que fez.

Então solte suas amarras.

Afaste-se do porto seguro.

Agarre o vento em suas velas.

Explore, sonhe, descubra.”       

Mark Twain                                                  

” Portanto, alimente o entusiasmo, crie seu propósito de vida, confie no seu poder, explore a sua imaginação, tire proveito de seus fracassos, reforce a sua Fé em si mesmo e nos demais.

PROJETO AUMENTA LIMITE DE FATURAMENTO PARA QUEM DESEJA SE TORNAR MEI

PROJETO AUMENTA LIMITE DE FATURAMENTO PARA QUEM DESEJA SE TORNAR MEI

Nova lei tem possibilidade alta de entrar em vigor

Por MARCIA MELO

O Plenário aprovou em agosto/2021 o projeto de lei complementar
(PLP 108/2021), que aumenta o limite de faturamento para o
enquadramento como microempreendedor individual (MEI),
passando de R$ 81 mil para R$ 130 mil. A proposta, que segue para
análise da Câmara, também autoriza o aumento de um para dois no
número empregados que o microempreendedor poderá contratar e,
se aprovada começará a valer a partir de 01 de janeiro de 2022.
Atualmente, o limite de faturamento do MEI está limitado em uma
renda bruta de até 81 mil reais por ano, ou seja, R$ 6.750,00 reais de
renda bruta mensal. Com o novo limite a renda bruta poderá chegar
até 130 mil reais por ano, ou seja, R$ 10.833 de renda bruta mensal.
Na legislação atual o MEI pode contratar apenas um funcionário, em que o mesmo deve receber um salário-mínimo, ou o piso da
categoria. No entanto, com a aprovação do PLP 108/2021, o
microempreendedor poderá contratar dois funcionários, com um
salário mínimo cada ou o piso da categoria.
Outra vantagem do novo limite diz respeito aos empreendedores que
estão na condição de microempresa e que com o novo limite vão
poder se enquadrar como MEI, reduzindo assim o pagamento de
impostos

”  No entanto, com a aprovação do PLP 108/2021, o microempreendedor poderá contratar dois funcionários, com um
salário mínimo cada ou o piso da categoria..

Tambaú Alimentos apresenta nova identidade visual na marca e nas embalagens

Tambaú Alimentos apresenta nova identidade visual na marca e nas embalagens

Nova identidade visual deixa os produtos mais modernos

Por ASSESSORIA DE IMPRENSA

Reinventar-se faz parte da trajetória dessa empresa pernambucana que já atua há quase seis décadas no Norte e Nordeste do Brasil. Da capacidade de recomeçar após uma enchente que destruiu toda a fábrica, cinco anos após sua inauguração, até a iniciativa de inserir, aos poucos, novos produtos, além dos doces que deram origem ao negócio, a Tambaú está sempre buscando novas formas para estar cada vez mais próxima ao seu público. Dessa vez, a transformação chega através de uma nova marca e uma nova apresentação nas suas embalagens. 

“ Esta nova identidade visual surge para reforçar o fato de que a marca acompanha a evolução da fábrica e suas transformações, sem deixar de lado a tradição focada na qualidade e no sabor diferenciado dos seus produtos”, explica Luiza Acevedo, coordenadora de Marketing da empresa. De acordo com a executiva, antes de partir para as novas criações, foi realizada uma pesquisa para ouvir os colaboradores e os consumidores, constatando a sintonia entre público e marca, a partir da memória afetiva resgatada com a apuração. A letra “T” da palavra Tambaú usada nas embalagens da década de 90 foi muito citada entre os pesquisados como uma lembrança marcante. 

Dessa forma, a nova marca é uma releitura gráfica dessa imagem, resgatando além do “T”, uma tipologia bastante conhecida das pessoas que frequentam supermercados e lojas de rua, a vernacular, simulando uma grafia manual. O novo logotipo também descartou a elipse amarela que envolvia o nome da empresa, trazendo mais aplicabilidade e leveza no design. As embalagens também ganharam uma nova roupagem, com visual mais moderno, reforçando o posicionamento de marca e gerando uma maior unidade visual entre todas as categorias de produtos.

 “ A ideia foi rejuvenescer a marca sem perder a conexão com o nosso público. Por isso, fomos em busca dessa memória afetiva que resgata a ligação entre as pessoas e a Tambaú. O resultado foi uma identificação imediata com a nova marca, conta Hugo Gonçalves, presidente da empresa. 

” A ideia foi rejuvenescer a marca sem perder a conexão com o nosso público.