Rumo ao "novo normal" na "onda" do crescimento

O que acontecerá a seguir?

Por JAYME VITA

Meados de junho/2021, nesse momento, apesar do ritmo de vacinação ainda não estar no ritmo esperado por todos, de ter havido o aumento da desigualdade social, e ainda, de estarmos discutindo qual “onda” da pandemia estamos enfrentando agora, porém, mesmo assim, as notícias são promissoras. A vacinação está trazendo confiança e esperança aos brasileiros e ao mundo. A economia e a geração de emprego dão sinais de recuperação.

Quanto a vacinação, no total, já foram distribuídas mais de 109 milhões de doses no país. Apenas da vacina da Pfizer, só nesse mês de junho devem ser entregues 12 milhões de vacinas, e 200 milhões até o final do ano. A Fiocruz iniciará fabricação do IFA nacional que proporcionará uma disponibilidade maior de vacinas – fabricadas no Brasil – a partir de outubro próximo. E o Butantã iniciará a produção da Butanvac. De um total de um pouco mais de 17 milhões de casos de Covid-19 confirmados no país, aproximadamente 15,5 milhões de pessoas se recuperaram. Infelizmente, aproximadamente 490 mil pessoas vieram a óbito.

A população brasileira está cansada da pandemia e deseja retorno a normalidade, ainda que seja diferente de uma normalidade anterior, mesmo que tenhamos que conviver com significativas mudanças, principalmente em se fazer negócios. Somos um povo forte, trabalhador, otimista, com boa capacidade de resiliência. O desejo é embarcar na “onda” do crescimento, e não da Covid-19.

A economia brasileira permanece robusta e deve crescer entre 4,5% a 5% em 2021, segundo estimativas divulgadas por algumas conceituadas instituições. Para 2021, a previsão do Banco Mundial para o crescimento global é de aproximadamente 5,6%, devido a recuperação de algumas das principais economias do mundo. No Brasil, a taxa de desemprego (14%), ainda alta, deve baixar com o avanço da vacinação e o crescimento do PIB. A inflação, que teve uma alta, ainda ficará dentro da meta estabelecida. Houve crescimento na geração de emprego, na arrecadação federal e vendas no varejo. O déficit nas contas públicas está sendo reduzido, possibilitando maiores investimentos em infraestrutura e ações para reduzir o desemprego.
As associações de classe empresarial, a exemplo da ADVB-PE, ACP, etc.., tem papel importante nesse processo, pois podem contribuir para apoiar e sugerir soluções, bem como superar desafios e dificuldades, em sua localidade, nos mais variados âmbitos. O programa de Qualificação em Marketing Digital da ADVB-PE, já iniciado, é um exemplo do atendimento ao pleito da sociedade.

Além do programa de qualificação em marketing digital, a pesquisa nacional sobre o ambiente econômico da FIPE, a qual a ADVB-PE ajuda a realizar aqui no Estado junto a empreendedores, apresenta esse sentimento de tendência de ambiente favorável ao crescimento econômico, e que contemple políticas públicas que atendam demandas da saúde e do mercado. Então, vamos em frente, continuar lutando, confiantes no presente e no futuro, com o devido respeito às diretrizes sanitárias vigentes, ética e sensibilidade, rumo a um “novo” normal desejado por todos, visando um Brasil melhor.

” A economia brasileira permanece robusta e deve crescer entre 4,5% a 5% em 2021, segundo estimativas divulgadas por algumas conceituadas instituições.