Tambaú Alimentos cria empresa na área de transporte de cargas

Tambaú alimentos cria empresa na área de transporte de carga

Iniciativa visa expansão dos negócios

Por ASSESSORIA DE IMPRENSA

Indústria referência no setor alimentício do Norte/Nordeste, a Tambaú Alimentos encerrou o ano de 2020 com números bastante positivos, fechando o período crescendo no volume de venda e faturamento, em 35%. Mesmo diante da pandemia e da crise econômica que o Brasil enfrenta nos últimos meses, a empresa apostou na sua expertise, investindo na infraestrutura e na sua distribuição para atender às demandas do mercado.

A implementação dos recursos utilizados, no último ano, para ampliação da capacidade logística e reforço na estrutura de armazenamento visam não só o crescimento da empresa, mas também a geração de novos negócios. Agora em 2021, os sócios da marca estão abrindo uma transportadora, que atenderá tanto a própria indústria de alimentos quanto outras empresas que contratam serviços de cargas. Com investimento na ordem de um milhão de reais e gerando, inicialmente, 50 empregos, a empresa irá operar apenas no Nordeste, a partir do primeiro trimestre desse ano. Para atender os clientes, a transportadora contará com a estrutura de armazenagem e com a frota de veículos da Tambaú.

De acordo com o presidente da indústria, Hugo Gonçalves, a alta capacidade logística e a estrutura, além do conhecimento que a Tambaú já tem em transporte de alimentos são as bases para criação do novo negócio. “ A gente tem uma grande operação dentro da Tambaú e vimos que seria vantajoso, não só transportar nossos produtos, mas também transportar cargas de terceiros, gerando novos rendimentos”, conclui o empresário .

” Mesmo diante da pandemia e da crise econômica que o Brasil enfrenta nos últimos meses, a empresa apostou na sua expertise, investindo na infraestrutura e na sua distribuição para atender às demandas do mercado.

AGORA, TEMPOS DE ENTENDIMENTO E ESPERANÇA

Agora, tempos de entendimento e esperança

Sobre o mundo e o tempo em que vivemos

Por JAYME VITA

Em 2020, o mundo assistiu perplexo o aparecimento da pandemia do Coronavirus que impactou fortemente todos os países, e mais significativamente o Brasil, um país, continental, populoso e com significativas diferenças sócioeconômicas e culturais regionais.

A população e a sociedade brasileira vem sofrendo há mais de um ano com a pandemia do Coronavirus. Inicialmente, a pandemia causou muito medo na população, face a falta de informação sobre essa nova doença, falta de infraestrutura de como melhor combater o vírus, fato que causou, infelizmente, a perda de muitas vidas, e levou o governo a  impor a política do “Fique em Casa” e novas regras de convivência social, o que impactou significativamente, negativamente, na economia, no desemprego, na perda de renda.  

Após os primeiros 06 meses do início da pandemia, o forte sentimento de medo diminuiu, momento em que pegar o vírus/doença tornou-se uma “grande preocupação, mas parte da população sentia necessidade de retomar atividades para atender às necessidades da família e/ou a sobrevivência das empresas. Várias empresas fecharam, muitos perderam empregos e diminuíram renda, apesar dos programas de apoio parcial do governo à PMEs e trabalhadores. O sentimento da população era de que necessitavam retomar atividades, com segurança e respeito às diretrizes sanitárias. Não havia condições só de ficar em casa. Pessoas se reinventaram e o empreendedorismo aumentou entre os desempregados, porém, a taxa de desemprego ainda permanecia preocupante (14%), aproximadamente 14 milhões de desempregados.  Muito alto.   

Alguns meses depois, com um melhor entendimento sobre a pandemia, que ainda impactava fortemente os países, surgiram vacinas contra o Coronavirus, que foi tratada por todos como a salvação, e demandada, urgentemente, por todos os países. 

Até meados de abril 2021, o mundo registrou 140 milhões de casos de Covid, que levaram a 3 milhões de mortes ocorridas. O Brasil registrou 14 milhões de casos (6,5% da população),  com 12 milhões recuperados (87% do total de casos), e com 370 mil mortos (0,18% da população). Números significativos e muito preocupantes, aliados aos 14 milhões de desempregados.

Porém, com o avanço da vacinação no Brasil e no mundo, apesar do ritmo ainda não adequado, começamos a ter esperança num retorno a normalidade, em breve – ainda que seja diferente de uma normalidade anterior – e que tenhamos que conviver com significativas mudanças. No primeiro trimestre de 2021, os indicadores econômicos no Brasil começaram a melhorar, mesmo em pequenas taxas, mas é um bom sinal. O saldo de emprego gerado ainda nesse trimestre também é positivo. E, ainda, é boa a confiança do setor empresarial no crescimento do PIB em 2021.  

O brasileiro, mais uma vez, está se mostrando um povo forte com boa capacidade de resiliência.  A vacinação está começando a trazer a Esperança que todos buscavam para a retomada das atividades e seguir em frente.

Com esse mesmo espírito, a ADVB, também, não fugiu do seu papel. Em 2020, num grandioso esforço, conseguiu promover ações que agregaram resultados positivos, a exemplo de qualificações online, em Pernambuco, com foco aos pequenos negócios, dando ênfase ao Empreendedorismo e Mercado Digital, tão necessários nesse momento.  E as ações da ADVB PE continuarão em 2021, para tentar atender a demanda dos associados e parceiros, com o devido respeito às diretrizes sanitárias vigentes, ética e sensibilidade, visando um Brasil melhor.

“O brasileiro, mais uma vez, está se mostrando um povo forte com boa capacidade de resiliência.  A vacinação está começando a trazer a Esperança que todos buscavam para a retomada das atividades e seguir em frente.”